Debate sobre combate à violência contra a mulher

Em pleno século 21 as mulheres continuam sendo vítimas da violência praticada principalmente por seus companheiros. A maioria tem medo de denunciar e por isso, permanecem em silêncio e continuam no ciclo de violência em que vivem.

Para falar sobre as ações de enfrentamento a essa violência e como funciona a estrutura de atendimento para as mulheres, a Rádio Clube AM nesta segunda-feira (02) a gestora do departamento de policia mulher, Lenise Valetim, a deputada federal Luciana Santos (PcdoB-PE) e a secretária da mulher do Recife, Rejane Pereira.

O debate acontece das 9h às 10h, no programa Super Show da Clube, com o comunicador, Jota Ferreira no quadro “A Conversa do Dia”. A Clube AM pode ser sintonizada na frequência 720MHz.

Fonte: http://goo.gl/sF8oy

por universitariaemcena
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Grupo de gestão para combater a violência contra a mulher no estado da Paraíba

De acordo com o site Portal Pedra Bonita, o Tribunal de Justiça da Paraíba criou grupo de gestão para combater a violência contra a mulher após reunião com representantes de órgãos de defesa da mulher na Paraíba na manhã de ontem (27/06).

O estado da Paraíba ocupa o 4º lugar no ranking nacional de mulheres assassinadas, segundo estatísticas. Esses dados mostram a situação preocupante que se encontra o estado e a pouca assistência que se tem dado as mulheres que residem nessa região.

 

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Violência contra a mulher atinge nível alarmante, afirma relatora da ONU

JB – Jornal do Brasil

Internacional

25/06 às 12h38 – Atualizada em 25/06 às 12h42

Violência contra a mulher atinge nível alarmante, afirma relatora da ONU

Rádio ONU
Leda Letra

A relatora especial da ONU sobre violência contra a mulher afirmou nesta segunda-feira que mais mulheres e meninas estão sendo assassinadas por seus parceiros ou familiares. Segundo Rashida Manjoo, a violência de gênero atingiu proporções “alarmantes”.

Manjoo apresentou seu relatório ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra. De acordo com ela, enquanto a maioria dos homens é assassinada nas ruas, no caso das mulheres, na maior parte das vezes esse crime ocorre em casa.

Impunidade

A relatora destacou que mortes de mulheres e garotas em “nome da honra da família” estão sendo cometidas com altos níveis de impunidade em várias partes do mundo. Rashida Manjoo afirmou que muitos Estados falham em garantir o direito às mulheres a uma vida sem violência.

A especialista indicou medidas que devem ser tomadas, como investigações, acusações e sanções; tratamento das vítimas com respeito e dignidade; identificação de grupos de mulheres que tem risco particular de sofrer violência por conta das múltiplas formas de discriminação, entre outros.

Rashida Manjoo destacou que a impunidade leva à crença de que a violência cometida por homens contra as mulheres seria aceitável e inevitável.

A relatora especial da ONU também apresentou um balanço das suas recentes visitas à Itália, Jordânia e Somália, onde analisou as diferentes formas de violência de gênero.

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Tipos de violência contra a mulher

A Lei Maria da Penha foi criada para proteger mulheres que sofrem de violência. Mas, infelizmente, existem vários tipos de violência. Sendo eles:
 
Físicas: são as cometidas contra a saúde corporal da mulher.
 
Psicológicas: são as que causam danos ao emocional e a autoestima. Podendo ser por meio de ameaças, humilhação, chantagem, entre outros.
 
Sexual: nos casos em que as vítimas são obrigadas a presenciar, manter ou participar de relações sexuais, sendo impedidas de usar contraceptivos. 
 
Patrimonial: quando objetos, documentos pessoais e bens da mulher são tomados ou destruídos.
 
Moral: são os causados por calunia, difamação ou injúria.
 
Para maiores informações sobre os tipos de violência e o que fazer em casos de agressão, acesse o site: http://goo.gl/j95VX
 
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Rio+20: Dilma pede fim da violência contra mulheres

A presidente brasileira, Dilma Rousseff, inaugurou na última quinta-feira (21) uma inédita Cúpula entre as mulheres Chefes de Estado e de Governo durante a conferência Rio+20 com um apelo pelo fim da violência contra as mulheres, tanto na guerra como na paz.

‘São lutas antigas, mas ainda necessárias’, disse Dilma diante de um auditório de 600 pessoas, a grande maioria mulheres. A presidente recebeu longos aplausos ao seu apoio ao direito de ‘decidir’ sobre a própria sexualidade.

Segundo Dilma, os Governos, sobretudo os liderados por mulheres, devem promover políticas de Estado que permitam o pleno exercício dos direitos sexuais, reprodutivos e ao planejamento familiar.

A primeira Cúpula de mulheres Chefes de Estado e de Governo foi convocada pela ONU Mulheres. A diretora-executiva da instituição e ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, considerou a reunião como um momento histórico.

Segundo Bachelet, a primeira cúpula feminina será um marco para as atuais e as futuras chefas de Estado e servirá para reafirmar o papel das mulheres. ‘O mundo não pode seguir mantendo metade da humanidade marginalizada nem excluí-la do poder e das grandes decisões’.

Adaptado da Veja

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Lançamento da 2ª edição da cartilha dos Direitos da Mulher

Próximo dia 27, o Conselho Municipal de Defesa de Direitos da Mulher do estado de Rondônia lança a 2ª edição da cartilha dos direitos da mulher que tem como base a lei Maria da Penha, com o intuito de esclarecer as mulheres quais são os seus direitos e como assegurá-los.

 

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Notícia: INSS vai cobrar de agressores valor dos benefícios pagos às vítimas

A partir de agosto, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a cobrar de agressores, na Justiça, o valor das indenizações pagas a mulheres vítimas de violência.

Ainda não há previsão de quantas ações serão protocoladas, mas já estão em análise 8 mil casos enviados pela Delegacia da Mulher do Distrito Federal, que foram os primeiros a enviar os processos. O INSS vai firmar convênio com ministérios públicos estaduais para que sejam enviados casos de vítimas de violência contra a mulher que tenham recebido pagamento de benefícios pelo INSS.

De acordo com o presidente do INSS, Mauro Hauschild, o objetivo principal da medida não é reaver o dinheiro, que é pago pelo contribuinte, e sim ajudar na repressão e na prevenção da violência contra a mulher.

“O dinheiro é consequência, não a causa. Nós estamos ajudando na repressão e também, de certa forma, na prevenção. Claro que, no afã do momento, as pessoas não param para pensar no reflexo daquela violência, que impactos vai causar. Mas quando a gente fala de ações premeditadas, a gente tem espaço para fazer quem está planejando um crime pensar que, agora, ele tem mais uma consequência”.

O primeiro caso que está sendo analisado é o de Maria da Penha, farmacêutica que dá nome à lei de combate à violência contra a mulher no âmbito doméstico ou familiar. A ação deve ser protocolada no dia 7 de agosto, quando a Lei Maria da Penha completa 6 anos.

Hauschild explica que a ideia das ações regressivas nos casos de violência contra a mulher veio do Instituto Maria da Penha, que mostrou a possibilidade como forma de ação afirmativa.

O presidente do INSS lembra que também está sendo trabalhada uma agenda de ações em conjunto com a Secretaria de Políticas para as Mulheres e com a Secretaria de Direitos Humanos no combate à violência doméstica.

“Isso mostra que o Estado não está mais inerte em relação às questões importantes a que a sociedade está exposta”.

Notícia publicada no site do jornal Diário de Pernambuco, 15/06/2012.

Participe de audiência pública CPMI Violência contra a mulher

O Instituto de Defesa dos Direitos Humanos convida a população para participar da audiência da CPMI que investiga a respeito da violência contra a mulher no Brasil. A audiência visa fazer um levantamento de índices de violência no estado do Paraná e averiguar denúncias de omissão do poder público que acontece dia 25 de junho, em Curitiba . A radionovela Cicatrizes da Paixão do projeto de extensão Universitária em Cena aborda essa temática, esculte o 3º capítulo que está disponível aqui no blog.

http://www.iddeha.org.br/blog/?p=1669

 

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Por que produzir Radionovelas?

Em 80 anos de existência, o rádio brasileiro consolidou gêneros e programas de enorme sucesso. A radionovela se tornou um marco na história do rádio, tamanho seu poder de atração sobre o ouvinte. Foram produzidos diversos programas de destaque durante a Era de Ouro do rádio brasileiro, conquistando ouvintes através de artifícios que despertavam a imaginação.

Mais de meio século depois é possível dizer que, ao mesmo tempo em que são famosas devido a Era de Ouro do rádio, as radionovelas hoje quase não têm expressão. A correria do dia a dia aliada ao excesso de informação transformou o rádio.

É com o intuito de resgatar valores e emoções contidos na radionovela que a equipe do Universitária em Cena se propôs a realizar a produção de radionovelas atrativas e atuais, evidenciando a realidade no meio ficcional. As histórias – além de entreter e despertar emoções – têm como objetivo principal conscientizar a população sobre causas sociais.

Com tal motivação e pretensão, foi traçada uma trajetória investigativa dos elementos que proporcionariam maior conhecimento a respeito das radionovelas. Fundamentalmente foi necessária a busca pela ficção, palavra originada do latim fictione (esta última também originada de outra palavra, fingere, cujo significado é atribuído ao ato e/ou efeito de simular algo).

Quer descobrir quais elementos compõem a narrativa radiofônica? Então fique ligado aqui no blog! Nas próximas publicações, vamos trazer detalhes sobre cada um deles!