Amor para Dar está no ar: AÊ!

por Emmanuel Guimarães

Chega de esperar! Amor para Dar já está disponível pra você escutar. Ok, paremos de rimar senão nossa professora orientadora irá reclamar. Certo, paramos. É com muita satisfação que o UEC apresenta os dois primeiros capítulos da mais nova e última radionovela do projeto. Vocês que acompanham nosso blog, já devem saber sobre a temática, né? Se não tá ligado nas paradas, dá uma lida nesta entrevista que o autor explica tudo direitinho pra senhora e pro senhor. Para ouvir é só clicar aqui!

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por universitariaemcena

Professor do Departamento de Comunicação Social da UFPE reconhece a importância do UEC.

por Emmanuel Guimarães

O Universitária em Cena não para de deixar pegadas por onde passa. Desta vez, o reconhecimento veio do berço, a Universidade Federal de Pernambuco. O UEC, sigla carinhosa do projeto, nasceu dentro da disciplina de Tecnologia do Rádio e da Televisão ministrada pelo professor Rodrigo Stefani Correa. Segundo o docente,”a iniciativa da Universitária em Cena vem coroar um trabalho de muita qualidade e competência que é feito pelos alunos do Curso de Rádio, TV e Internet da UFPE. É muito bom ver isso crescer!” Atualmente, o Universitária em Cena tem como orientadora, a professora Adriana Santana que, além de tratar das questões burocrática e auxiliar na produção do material, ainda faz uma ponta como personagem das tramas.

por universitariaemcena

Radionovela Amor Para Dar já está em fase final de produção

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“A boa edição é primordial para o sucesso de uma radionovela”, afirma Diego Oliver, responsável pela sonoplastia de Amor Para Dar.

por Emmanuel Guimarães

A próxima radionovela do projeto de extensão Universitária em Cena já está quase pronta. Para o editor de som do novo folhetim radiofônico, Diego Oliver, tem sido uma experiência transcendental poder se apropriar de linguagens vindas da Era de Ouro. “Amor para Dar, tô terminando, faltando algumas trilhas (sic)”, diz Diego, dando um parecer sobre a quantas anda a finalização da radionovela. Ainda não há data para estreia de Amor para Dar.

A radionovela

Após o sucesso estrondoso que foi a radionovela Cicatrizes da Paixão, vem aí Amor para Dar. A nova radionovela traz à tona uma discussão em torno da homofobia, do amor entre pessoas do mesmo sexo e os joguinhos de uma mãe que não mede esforços para proteger o filho de uma barbaridade que ele cometeu. Curiosos? Amor para Dar é escrita por Alex Carvalho e deve estrear em breve aqui no blog.

EGO UEC – Confira entrevista exclusiva com Alex Carvalho, autor de Amor Para Dar – próxima radionovela do projeto + Fotos

Em breve estreia Amor Para Dar, a nova (as más línguas dizem ser também a última) radionovela do Universitária em Cena. Quem acompanha a gente por aqui, deve saber que a trama gira em torno de uma história turbulenta envolvendo homofobia.

No olho do furacão, Vladson e Bruno – dois amigos de longa data que acabam de cometer o que possivelmente é o maior erro da vida de ambos. Como mãe que é mãe toma as dores do filho, você também vai conhecer a batalhadora Nadiane e sua patroa, a nada simpática Olegária que não mede escrúpulos ao passar a mão na cabeça de Bruninho.

O babado, a confusão e a gritaria também deve agitar uma ala enorme do Hospital Shonda Graça. O nome da clínica é uma homenagem do autor da novela, Alex Carvalho, a Shonda Rhimes, roteirista responsável pelo mega sucesso Grey’s Anatomy, seriado preferido de Alex. Em entrevista para o nosso blog, o jovem roteirista de apenas 24 anos fala um pouco sobre o novo trabalho, inspirações e amores.

UEC: De onde vem o interesse em escrever roteiros?

ALEX: Desde pequeno. Lembro que minha brincadeira favorita era criar história com meus bonecos, com meus brinquedos. Por ter uma formação religiosa, eu passei uma época muito intrigado com histórias bíblicas: Sansão e Dalila, José do Egito, e perceber como mensagens são passadas através de narrativas, morais da história mesmo, como nas fábulas. Com o passar do tempo descobri a televisão, e virei um viciado em novelas com “Mulheres Apaixonadas”, do Manoel Carlos. Mas foi com os seriados americanos que eu realmente decidi que gostaria de criar histórias, e viver disso.

UEC: Suas histórias são baseadas no seu lado pessoal ou na sua visão crítica do mundo?

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Vai um bom vinho? O autor prefere os tintos.

ALEX: Acho que pra um roteirista tudo é válido, em alguns trabalhos eu busquei mais o meu lado pessoal, mas esse, talvez por ser tão próximo do meu universo, eu busquei certa distância. Minha inspiração veio muito das notícias: o número de casais gays que se separaram depois da legalização do casamento homossexual; o aumento vertiginoso das denúncias dos chamados crimes de ódio; a atuação de políticos como a Érika Kokay e o Jean Wyllis em promover melhorias a população homossexual no país; o aumento da bancada religiosa que busca justamente o oposto dessas conquistas. Talvez o fato que me seja mais próximo, além da homossexualidade, óbvio, é ter um hospital como cenário principal, tanto por ser filho de enfermeira, quanto por ser fã de seriado médicos. Todo roteiro, toda a história, sempre tem um pouco do seu autor nela.

UEC: Qual sua maior inspiração ao escrever Amor para Dar?

ALEX: Primeiramente eu quis tentar subverter alguns estereótipos, alguns clichês do gênero folhetim: a Érica, mocinha da nossa trama, não tem um par romântico, uma história romântica de fundo. Ela encarna a jornada do herói: uma mulher que tem um objetivo e quer fazer justiça. Por outro lado, temos os únicos envolvimentos românticos da trama com personagens gays; seja de uma maneira saudável, com o Caio e o Roberto; seja de uma forma mais doentia, como Vladson e o Bruninho. Outra inspiração foi essa nova classe média, que bate panela, e vive a base de uma meritocracia. A nossa vilã, a Maria Olegária, por mais que o filho tenha atitudes péssimas, ela sempre o defenderá por achar que o Bruninho não merece passar por coisas ruins. É aquela superproteção que, em vez de educar, acaba construindo cidadãos com ideias e pensamentos distorcidos.  E um outro ponto, eu quis fazer que nossos personagens principais fossem excelentes profissionais: o Caio, a Érica e a Letícia, mesmo tendo valores e ideias muito diferentes entre si, são excelentes médicos. Assim como a Nadiane é uma excelente doméstica, e o Leonardo, promotor público. Gosto dessa valorização do trabalho dos personagens, pois acho que acaba aproximando ainda mais com o público, são pessoas que vivem problemas, mas ainda assim tem um mundo todo para cuidar.

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Nas horas vagas, Alex gosta de curtir uma piscina e tomar um sol.

UEC: Numa sociedade que ainda é considerada intolerante em relação aos gays, como você acha que Amor para Dar será recebida pelo público?

ALEX: Por ser uma radionovela, acho que o público aceitará mais facilmente a temática. O drama do Caio, o personagem que sofre o ataque homofóbico que desencadeia toda a trama, apesar de presente e pertinente, não é vivido em tempo real, tudo é muito oral. E por não termos a imagem, o relacionamento gay é mais verbalizado do que vivido por ações. Beijos, carinhos, essas coisas que costumam afastar o público, não são possíveis no formato a radionovela, então acho que a absorção da história será muito mais fácil.

UEC: O que o público pode esperar deste novo projeto do Universitária em Cena?

ALEX: É um projeto muito bonito, queremos com esse trabalho esclarecer um pouco conceitos como crime de ódio, homofobia e sua criminalização, mas ao mesmo tempo estamos tentando contar uma boa história. Uma história de justiça, uma história de amor de uma irmã pelo irmão. Esperamos que o público seja tocado por isso, e se emocione através dessa história.

Bate bola jogo rápido:

Um lugar?

Qualquer um que tenha torrent ou Netflix.

Uma palavra?

Esperança

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Estudante exemplar, Alex tirou um invejável 9,5 em seu projeto experimental de conclusão de curso – um roteiro de seriado para TV – obtendo assim, o título de Bacharel em Rádio, TV e Internet pela Universidade Federal de Pernambuco.

Um seriado?

São tantos, mas “Grey’s Anatomy”, com certeza na frente.

Um professor que marcou a sua vida?

Diria que Carolina Dantas.

Um amor?

Mamãe.

Um amigo ou amiga?

Fernanda Soares, minha melhor amiga.

Uma música?

“How to Save a Life”, do The Fray

Um ano da sua vida?

2015.

Uma cor?

Cinza.

Um ator ou atriz?

Eu não tenho atores favoritos, mas as duas últimas interpretações que mexeram comigo foi o Vicent D’Onofrio e a Ayelet Zurer, respectivamente o Senhor do Crime e a Vanessa da série “Demolidor”. Woody Harrelson também é um ator que gosto.

Uma linha de ônibus?

Dois Irmãos (Rui Barbosa)

Um livro?

“Deixa Ela Entrar”, do John Ajvide Linqvist

Um autor?

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Para o autor, uma das suas maiores inspirações é Shonda Rhimes, criadora do seriado Grey’s Anatomy.

Se puder citar um roteirista, Shonda Rhimes

Se o mundo acabasse daqui a 15 minutos, o que você faria?

Ligaria pra as pessoas que amo, pra dizer que as amo.

Se você soubesse que iria viver pra sempre a partir de agora, o que você faria?

Ficaria deprimido, não saberia o que fazer com tanto tempo.

Se você não fosse você, quem você seria?

Alguém normal, hahaha. Talvez um cirurgião pediátrico.

Se você pudesse escolher um desses treinadores, quem você escolheria: Shakira, Christina Aguilera, Gwen Stefani ou Adam Levine?

Gwen Stefani.

Marieta Severo ou Marília Gabriela?

Marília Gabriela

Rádio, TV ou internet?

TV

Qual o resultado da expressão: 15 x 2 – 30 ÷ 3 + 7

27.

Bom, agora é só aguardar a estreia de Amor Para Dar,  a trama ainda não tem data de lançamento mas assim que tudo estiver pronto, nós avisamos por aqui mesmo. Quer falar com o autor e pedir dicas, conselhos e enviar dúvidas? Basta mandar um e-mail para  alex.deolicarvalho@gmail.com.

por universitariaemcena

Em votação histórica, Irlanda aprova casamento gay

postado por Emmanuel Guimarães

Informações da BBC Brasil – 23/Maio/2015

A Irlanda aprovou, na tarde deste sábado, a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Com o resultado confirmado, o país, que tem forte tradição católica, se tornou o primeiro a legalizar a união por voto popular.

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População comemorou no centro de Dublin a vitória do ‘sim’; homossexualidade era crime no país até 1993

Uma multidão se reuniu no centro da capital Dublin para acompanhar a contagem dos votos – e casais começaram a celebrar e a se beijar à medida que os resultados mostravam a vitória do “sim”.

Mais de 62% dos eleitores votaram a favor de uma mudança constitucional para permitir que casais gays possam se casar.

Ativistas pró-casamento gay disseram que esse é um dia histórico para o país onde a homossexualidade era crime até 1993.

Políticos gays, incluindo ministros, que lideraram campanhas pela causa disseram que o resultado marca uma mudança de geração em um país que era conservador.

“Somos um pequeno país com uma grande mensagem para o mundo”, disse o primeiro-ministro Enda Kenny.

Mais de 3,2 milhões de pessoas foram às urnas – muitos irlandeses que não moram no país voltaram só para participar da votação.

Segundo o correspondente da BBC na Irlanda Chris Bukler o clima no Castelo de Dublin, onde milhares de pessoas se reuniram para acompanhar a apuração, se parecia mais com o de um festival do que de um referendo.

Batalha

Representantes da campanha do “não” reconheceram a derrota no plebiscito.

O arcebispo católico de Dublin, Diarmuid Martin, disse que o referendo era uma afirmação dos jovens e que, agora, a igreja tem “uma imensa missão diante de si”.

“Eu acho que a igreja precisa fazer uma revisão da realidade”, disse o líder religioso.

“Eu fico feliz de ver como os gays e lésbicas estão se sentindo hoje, pelo fato de que isso seja algo que enriquece a maneira como vivem. Eu acho que é uma revolução social.”

David Quinn, do Instituto Iona, um grupo católico, disse que foi “obviamente uma vitória muito impressionante do ‘sim'”.

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País pode ser o primeiro no mundo a aprovar casamento gay por voto popular

“Obviamente há um certo grau de decepção, mas sou filosófico sobre o resultado”, disse ele ao canal irlandês RTE.

“Era uma batalha difícil – havia muito menos organizações no lado do ‘não’, enquanto todos os grandes partidos políticos apoiavam o ‘sim’ etivemos grandes corporações vindo a público pela primeira vez para dizer como deveríamos votar em um assunto particular”, afirmou.

Avalanche

O ministro da Igualdade, Aodhan O Riordain, disse no Twitter: “É isso. Urnas chaves já foram abertas. Deu sim. E foi uma avalanche em Dublin. Estou tão orgulhoso de ser irlandês hoje.”

O ministro da Saúde, Leo Varadkar, que no início do ano foi o primeiro ministro na história da Irlanda a se assumir abertamente como gay, disse que a campanha foi “quase uma revolução social”.

Nas urnas, os eleitores tiveram que responder se concordavam com a frase “O casamento pode ser contraído de acordo com a lei por duas pessoas, sem distinção do seu sexo

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                             Contagem dos votos foi iniciada na manhã de sábado

Em 2010, o governo aprovou uma lei de união civil que deu reconhecimento legal a casais gays.

Mas há diferenças entre união civil e casamento. A principal delas é que o casamento é protegido pela Constituição, enquanto a união civil não é.

Na Irlanda, qualquer emenda constitucional tem de ser aprovada pelo Parlamento e levada à votação popular.

Igreja

Mesmo com a medida aprovada, as igrejas católicas ainda vão poder decidir se celebram este tipo de casamento.

O líder da Igreja Católica na Irlanda, Eamon Martin, disse que a igreja poderá analisar se continuará a fazer a parte civil da cerimônia se a mudança for aceita.

Atualmente, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal em 20 países do mundo, inclusive no Brasil.

Link da Matéria

por universitariaemcena

Depois do sucesso “Cicatrizes da Paixão”, o Universitária em Cena prepara mais uma trama

por Emmanuel Guimarães

Após o sucesso estrondoso que foi a radionovela Cicatrizes da Paixão, vem aí Amor para Dar. A nova radionovela traz à tona uma discussão em torno da homofobia, do amor entre pessoas do mesmo sexo e os joguinhos de uma mãe que não mede esforços para proteger o filho de uma barbaridade que ele cometeu. Curiosos? Amor para Dar é escrita por Alex Carvalho e deve estrear em breve aqui no blog.

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Amanhã, dia 20, Olinda inaugura a primeira vara especializada em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. A unidade ficará localizada na Comarca de Olinda, na Avenida Carlos de Lima Cavalcanti, em Casa Caiada.

A cerimônia ocorre às 11h pelo desembargador presidente doTJPE, Jovaldo Nunes.

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2012/11/19/interna_vidaurbana,408427/olinda-ganha-vara-especializada-em-violencia-contra-a-mulher-outras-quatro-devem-ser-inauguradas-ate-marco-na-rmr.shtml

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A Lei Maria da Penha precisa entrar em ação

Na madrugada desta segunda-feira mais um marido agride violentamente sua própria esposa por flagrá-lo com outra. A esposa, Vanessa Cristina Rodrigues da Silva, informou que foi violentada inúmeras vezes.

Esse caso e tantos outros ainda ocorrem porque a mulher não tem conhecimento da Lei Maria da Pena ou tem medo de denunciar. Se alguém presenciar algum ato de violência contra a mulher denuncie para o 180. Quem denunciar terá sua identidade sob sigilo.

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Líder feminista falece no Recife

Faleceu ontem em Recife a líder feminista e representante das trabalhadoras rurais de Pernambuco, Maira Vanete Almeida. Ela vem lutando desde o ano passado contra um câncer, em consequência disso foi hospitalizada no Albert Sabin.

Natural de Custódia, Vanete trabalhou durante a década de 80  pela inserção feminina no meio sindical, além de ser inspiração do livro de Cornélia Parisius, “Ser mulher num mundo de homens”.

http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2012/09/morre-no-recife-lider-feminista-indicada-para-o-premio-nobel.html

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“Mais direito e mais poder para as mulheres brasileiras” realiza oficina em Pernambuco

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Hoje (24) e amanhã (25), o Programa “Mais direito e mais poder para as mulheres brasileiras” promove uma discussão igualdade de gênero e políticas para as mulheres. A oficina “Projeto Político e Práxis Feminista” está sendo realizada em Olinda, por 35 representantes das sete organizações não governamentais que integram o programa:

– SOS Corpo

– Rede de Desenvolvimento Humano (REDEH)

– Instituto Patrícia Galvão

– Geledéz

– Cunhã Coletivo Feminista

– Coletivo Leila Diniza

– Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA)

Segundo a coordenadora do Observatório Brasil da Igualdade de Gênero, Mariana Mazzini, esta “será uma oficina de formação para as representantes das diversas entidades, para que elas possam disseminar conteúdos e aprimorar a construção da igualdade de gênero no Brasil”.

O programa “Mais Direitos e Mais Poder para as Mulheres Brasileiras” é financiado pelo Fundo para a Igualdade de Gênero, da ONU Mulheres. Tem foco em duas áreas: participação das mulheres nos espaços e processos de tomada de decisão e na divisão do poder na esfera pública; e autonomia econômica das mulheres, por meio de sua participação formal no mercado de trabalho.

Desde sua criação, em janeiro de 2011, o programa já realizou diversas atividades, como painéis de discussão, cursos virtuais, oficinas, seminários, ações de advocacy no âmbito dos governos federal e estaduais, entre outras.

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